ABNEGAÇÃO, 2014

Produção:TABLADO DE ARRUAR

Texto:Alexandre Dal Farra

Direção: Clayton Mariano e Alexandre dal Farra

Fotos:Divulgação

5 E 45 – ERGUEU AS MÃOS E SOPROU UM BEIJO, 2013/2014

Sinopse

Uma mulher, encarcerada em uma solitária, 45 minutos antes de sua execução, salta de sua letargia em busca de uma direção que lhe dê esclarecimentos de sua situação limite.

Ficha Técnica

Concepção e atuação: Alexandra Tavares.
Dramaturgia: Eduardo Joly
Direção: Inês Aranha
Direção de arte, iluminação, cenografia e projeções: Eduardo Joly e Carlos Eduardo De Andrade
Treinamento de Odissi: Zina Filler e Silvana Duarte
Coreografia: Silvana Duarte
Pesquisa sonora e operação: Carlos Eduardo De Andrade
Figurino: Chris Aizner
Adereços: Alexandra Tavares e Chris Aizner
Fotografia: Carlos Eduardo De Andrade e Eduardo Joly
Divulgação, web site e documentário: Olho de Boi doc
Produção: Alexandra Tavares E Núcleo Olho de Boi
Assessoria de imprensa: Arte Plural
Duração: 45 minutos.
Capacidade: 20 pessoas.
Apoios: Penitenciária Feminina Da Capital, Parque Da Juventude – Secretaria Do Meio Ambiente, Memorial Da Resistência, Indac, Oficina Cultural Oswald De Andrade, Angoleiro Sim Sinhô, Padmaa Arte E Cultura.

A peça

A busca desesperada por um gesto consciente e libertador. Um último gesto artístico que se oponha à barbárie, à pena de morte ou qualquer processo que a humanidade tenha construído para eliminar aquilo que não a agrada ou que agride suas regras.

O solo surge a partir das inquietações da atriz Alexandra Tavares sobre a presença cênica e a figura da mulher em situações limites. Entre 1999 e 2005, a atriz integrou o projeto Teatro nas Prisões, sob a direção de Jorge Spínola, com o qual desenvolveu um trabalho de reintegração social através do teatro com homens e mulheres presas em presídios da cidade de São Paulo.

Após quase 10 anos dessas apresentações, ficaram as memórias de um trabalho que diariamente questionava os valores e as perspectivas do teatro como elemento transformador da pessoa e, dentro destes registros, a clara noção de que pelo menos naqueles momentos de atuação, detentos e detentas assumiam uma situação
na qual morria em uma identidade e se renascia em outra. E a pergunta que ficava era: O que restou daquela ação em cada um?

Tendo como inspiração os últimos 45 minutos de vida da personagem Mata Hari, atriz e dançarina Holandesa, condenada por espionagem e executada em 15 de outubro de 1917 na França, o solo busca o elo entre as memórias pessoais da atriz no processo de encenação em cárcere e os impulsos que nascem a partir da vivência de situações limites.

MATEUS 10, 2012

Produção:TABLADO DE ARRUAR

Texto:Alexandre Dal Farra

Direção:João Otávio e Alexandre dal Farra

Fotos:Divulgação

QUEM VEM LÁ, 2009

Produção:TABLADO DE ARRUAR

Texto:Alexandre Dal Farra

Direção:Rodolfo Amorim

Fotos:Divulgação

MOIMÓRIAS, 2008

Sinopse

Em uma antiga oficina, um alfaiate idoso costura suas encomendas, tecendo um mundo próprio, no qual, imaginação, trabalho e memória dançam juntas ao ritmo de uma antiga máquina de costura.
Ficha Técnica

Duração do espetáculo: 50 minutos
Dramaturgia: Eduardo Joly
Boneco: Eduardo Joly (cabeça) e Renato Bolleli (corpo)
Diretor convidado: João Otávio
Direção de arte, luz e som: Carlos Eduardo de Andrade Gomes
Manipulação e atuação: Alexandra Tavares

MOIMORIAS007

A peça

Moimórias é um espetáculo solo e sem palavras. No palco uma jovem manipula e contracena com um boneco, com o qual estabele uma relação, ora de manipuladora, ora de amiga, ora invisível, ora visível e cria uma inesperada atmosfera de realidade e fantasia, na qual um vestido de noiva e um terno criam vida e dançam embalados pelas memórias do velho alfaiate. Suas memórias não revelam uma história clara, mas fornecem elementos para que o público, por meio de suas próprias lembranças construa sua narrativa. No entanto, a memória não é encenada como experiência traumática. Mas é ampliada para que esta rememoração possa favorecer uma ressignificação, unindo passado, presente e futuro para que se harmonizem e, assim, reforcem a sensação de pertinência do ser humano a um grupo de origem e de destino, criando para o personagem o significado de se ter uma trajetória. O boneco, com a cabeca talhada em madeira bruta e sem o fino trato dos modernos vernizes não pode ser repetido em série. Ao nascer, já era velho e agora, por meio da manipulação, diz a todos que mesmo com idade avançada se presta à arte de viver. Uma homenagem aos idosos, aos antigos ofícios e à memória.

A RUA É UM RIO, 2006

Produção:TABLADO DE ARRUAR

Texto:Alexandre Dal Farra

Direção:Martha Kiss e Vitor Vieira

Fotos:Divulgação

EM MUROS, 2004

Produção:NÚCLEO PANÓPTICO DE TEATRO

Direção:Jorge Spínola

Fotos:Divulgação

MULHERES DE PAPEL, 2003

Produção:PROJETO TEATRO NAS PRISÕES - PENITENCIÁRIA FEMININA DO TATUAPÉ

Direção:Jorge Spínola

Fotos:Divulgação